Profissão: webdesigner Depois
do crash das empresas pontocom, muitos apostaram que a profissão de
webdesigner iria por água abaixo, que os salários seriam cortados pela
metade e que mais ninguém investiria em design gráfico para a Internet.
Apostaram errado. As empresas que sobreviveram à crise valorizam mais e mais
a figura do webdesigner e, a cada dia que passa, a profissão ganha mais
fôlego e mais adeptos. - Hoje em dia, é fundamental ter um profissional de
design na empresa porque, sem ele, fica difícil fazer um bom site – explica
o diretor de Tecnologia do portal Elefante, Luiz Motta. Além de contribuir
para a navegabilidade e a visibilidade dos sites, os webdesigners acumulam a
função de marketeiros. Em muitos casos, as homepages são as vitrines do
negócio e, por isso, precisam ser sempre muito bem cuidadas. Desta vitrine,
sai a primeira impressão sobre a empresa e se ela for ineficaz, a companhia
perde credibilidade. Sabe aquela velha história de que a primeira impressão
é a que fica? - Internet não é só para negócios, serve para expor as marcas
também. Por isso, na minha opinião, é melhor não ter um site que ter um site
ruim, e é função do webdesigner contribuir para que a página seja boa, daí
ele ser indispensável – acrescenta um dos sócios da produtora de sites
Canvas, Marcelo Albagli. Segundo nossos entrevistados, em início de
carreira, o webdesigner ganha cerca de R$ 1,8 mil por mês. Com o tempo, esse
valor tende a se aproximar de R$ 4 mil. E se ficar comprovado que o
profissional é realmente bom naquilo que faz, ele pode ser contratado como
diretor de Criação, chegando a ganhar graúdos R$ 25 mil para fazer o que
gosta.
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